sábado, 5 de março de 2011

Maquinaria do tempo

Sinto a leveza desse instante,
Ouço o vento soprar com sua ruidosa canção melancólica
E vejo as árvores balançarem voluptuosamente,
e faz de sua existência uma poesia.
Percebo então que este momento é único
e que tudo passa pela maquinaria do tempo.
O pefume doce que embriaga a alma
é o mesmo que causará nostalgia amanhã.

O meu tudo amanhã é nada
O meu nada amanhã é tudo.

Aquela chuva sutil que molha a terra
Pode ser a tempestade do nosso futuro.
A beleza é fugaz só consiste em um tempo restrito.

Erica Dilá
3º lugar no concurso de poesia da Universidade Guarulhos.

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